Será necessário estabelecer um catálogo de serviços similar ao modelo corporativo e a área potencial a manter a gestão desse catálogo é a de AD, por conta da larga experiência que a equipe tem em manter esse tipo de ativo.
Definiu-se que a responsabilidade do serviço é da área de negócio, assim, quem consome o serviço é que deve verificar inicialmente se há algum erro no uso do serviço. A área de negócio que provê o serviço deve ser acionada apenas se for constatada alguma inconformidade com a definição do serviço expressa no contrato.
Mais candidatos a serviços foram identificados, como webdoc, cartão e estruturas replicadas. Problemas que hoje são decorrentes da integração via banco de dados provavelmente poderão ser administrados muito mais facilmente com a estratégia de serviços.
Seria interessante documentar os seviços no repositório do PowerDesigner, talvez com diagrama de componentes ou outros a serem definidos, de modo a manter a catalogação em um único local. O Márcio deverá ser ouvido sobre isso na próxima reunião. O Leandro irá propor alguns templates de documentação.
Na sequência de reflexão sobre orientação a serviços, seria também interessante disparar, quando do momento de implantação de serviços, um mapeamento dos processos afetados de modo a identificar gargalos.
A Keia apresentou um material sobre "Desafios na Implementação de SOA" com mais alguns temas de reflexão, que ela deixará no repositório na intranet.
Acordamos que o processo de solicitação de uso de serviços restritos por um agente externo deve seguir o mesmo rito e procedimentos já consolidados para replicação (ofício etc.) . Uma versão dos documentos de replicação precisarão ser adequados para isso.
Para solicitações internas, serão empregados os mecanismos internos já em uso atualmente para replicação (e-mail, reunião, SSU etc.)
Precisamos evoluir a documentação de:
- Políticas de Acesso
- Contrato
- Documentação Administrativa
- Documentação Técnica
- Catálogo de Serviços
- Matriz de Responsabilidades
Com relação à implementação do caso-piloto, solicitaremos ao pessoal de infraestrutura um conjunto de máquinas separadas para o ambiente de produção. Algo como um sub-cluster para o SOA. O ambiente de desenvolvimento precisa ser preparado também.
Precisamos, além disso, definir o endereço de entrada dos serviços, que uma vez divulgado, preferencialmente não deve ser alterado.
Por enquanto é isso.