Olá,
Retomando nossos trabalhos, proponho sugestão de leitura, relacionada a modelagem de SOA:
UML and SOA a beginners guide
Using UML service components to represent the SOA architecture pattern
Elements of Service-Oriented Analysis and Design
Service-oriented modeling and architecture
quinta-feira, 21 de maio de 2009
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Nossa reunião de 20.03.2009
Evoluindo nos temas da reunião anterior, estabelecemos que a documentação deve ser constituída de uma documentação técnica e uma administrativa. A primeira para uso interno e a segunda para uso de gestão e por aqueles que vão consumir o serviço.
Será necessário estabelecer um catálogo de serviços similar ao modelo corporativo e a área potencial a manter a gestão desse catálogo é a de AD, por conta da larga experiência que a equipe tem em manter esse tipo de ativo.
Definiu-se que a responsabilidade do serviço é da área de negócio, assim, quem consome o serviço é que deve verificar inicialmente se há algum erro no uso do serviço. A área de negócio que provê o serviço deve ser acionada apenas se for constatada alguma inconformidade com a definição do serviço expressa no contrato.
Mais candidatos a serviços foram identificados, como webdoc, cartão e estruturas replicadas. Problemas que hoje são decorrentes da integração via banco de dados provavelmente poderão ser administrados muito mais facilmente com a estratégia de serviços.
Seria interessante documentar os seviços no repositório do PowerDesigner, talvez com diagrama de componentes ou outros a serem definidos, de modo a manter a catalogação em um único local. O Márcio deverá ser ouvido sobre isso na próxima reunião. O Leandro irá propor alguns templates de documentação.
Na sequência de reflexão sobre orientação a serviços, seria também interessante disparar, quando do momento de implantação de serviços, um mapeamento dos processos afetados de modo a identificar gargalos.
A Keia apresentou um material sobre "Desafios na Implementação de SOA" com mais alguns temas de reflexão, que ela deixará no repositório na intranet.
Acordamos que o processo de solicitação de uso de serviços restritos por um agente externo deve seguir o mesmo rito e procedimentos já consolidados para replicação (ofício etc.) . Uma versão dos documentos de replicação precisarão ser adequados para isso.
Para solicitações internas, serão empregados os mecanismos internos já em uso atualmente para replicação (e-mail, reunião, SSU etc.)
Precisamos evoluir a documentação de:
Com relação à implementação do caso-piloto, solicitaremos ao pessoal de infraestrutura um conjunto de máquinas separadas para o ambiente de produção. Algo como um sub-cluster para o SOA. O ambiente de desenvolvimento precisa ser preparado também.
Precisamos, além disso, definir o endereço de entrada dos serviços, que uma vez divulgado, preferencialmente não deve ser alterado.
Por enquanto é isso.
Será necessário estabelecer um catálogo de serviços similar ao modelo corporativo e a área potencial a manter a gestão desse catálogo é a de AD, por conta da larga experiência que a equipe tem em manter esse tipo de ativo.
Definiu-se que a responsabilidade do serviço é da área de negócio, assim, quem consome o serviço é que deve verificar inicialmente se há algum erro no uso do serviço. A área de negócio que provê o serviço deve ser acionada apenas se for constatada alguma inconformidade com a definição do serviço expressa no contrato.
Mais candidatos a serviços foram identificados, como webdoc, cartão e estruturas replicadas. Problemas que hoje são decorrentes da integração via banco de dados provavelmente poderão ser administrados muito mais facilmente com a estratégia de serviços.
Seria interessante documentar os seviços no repositório do PowerDesigner, talvez com diagrama de componentes ou outros a serem definidos, de modo a manter a catalogação em um único local. O Márcio deverá ser ouvido sobre isso na próxima reunião. O Leandro irá propor alguns templates de documentação.
Na sequência de reflexão sobre orientação a serviços, seria também interessante disparar, quando do momento de implantação de serviços, um mapeamento dos processos afetados de modo a identificar gargalos.
A Keia apresentou um material sobre "Desafios na Implementação de SOA" com mais alguns temas de reflexão, que ela deixará no repositório na intranet.
Acordamos que o processo de solicitação de uso de serviços restritos por um agente externo deve seguir o mesmo rito e procedimentos já consolidados para replicação (ofício etc.) . Uma versão dos documentos de replicação precisarão ser adequados para isso.
Para solicitações internas, serão empregados os mecanismos internos já em uso atualmente para replicação (e-mail, reunião, SSU etc.)
Precisamos evoluir a documentação de:
- Políticas de Acesso
- Contrato
- Documentação Administrativa
- Documentação Técnica
- Catálogo de Serviços
- Matriz de Responsabilidades
Com relação à implementação do caso-piloto, solicitaremos ao pessoal de infraestrutura um conjunto de máquinas separadas para o ambiente de produção. Algo como um sub-cluster para o SOA. O ambiente de desenvolvimento precisa ser preparado também.
Precisamos, além disso, definir o endereço de entrada dos serviços, que uma vez divulgado, preferencialmente não deve ser alterado.
Por enquanto é isso.
quarta-feira, 18 de março de 2009
EAI - Enterprise Integration Patterns
Aqui há uma tentativa de síntese de 65 padrões de integração elaboradas por Gregor Hohpe e Bobby Woolf. Tem muita propaganda do livro deles poluíndo a tela, mas vale dar uma olhada, no mínimo para tentar identificar esses padrões no nosso ambiente:
http://www.eaipatterns.com/toc.html
http://www.eaipatterns.com/toc.html
Cursos on-line de SOA
Nesse post tem alguns links para um curso on-line sobre SOA da IBM:
http://architecture-journal.blogspot.com/2007/07/cursos-de-soa-da-ibm-on-line.html
e aqui um do Sang Shin da Sun, que infelizmente já está no meio do caminho:
http://www.javapassion.com/webservices/index.html
Alguém se candidata?
http://architecture-journal.blogspot.com/2007/07/cursos-de-soa-da-ibm-on-line.html
e aqui um do Sang Shin da Sun, que infelizmente já está no meio do caminho:
http://www.javapassion.com/webservices/index.html
Alguém se candidata?
segunda-feira, 16 de março de 2009
Material do I3Gov
O I3Gov é uma iniciativa da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, com o objetivo de implementar de uma Arquitetura Referencial de Interoperabilidade de Sistemas (uma customização de SOA). Mais informações em:
http://i3gov.softwarepublico.gov.br/
Há um material bastante interessante e bastante pertinente para a nossa próxima reunião de sexta (20.03). Vale a leitura:
Estruturação de WebServices e evolução do catálogo de serviços
Como descrever um Serviço Web
http://i3gov.softwarepublico.gov.br/
Há um material bastante interessante e bastante pertinente para a nossa próxima reunião de sexta (20.03). Vale a leitura:
Estruturação de WebServices e evolução do catálogo de serviços
Como descrever um Serviço Web
sexta-feira, 13 de março de 2009
Nossa reunião de 06.03.2009
Em nosso primeiro encontro de março o Leandro apresentou a solução do Extrator Lattes-USP como um exemplo palpável de solução baseada em Serviços Web.
Na discussão que se seguiu, dentro da filosofia de buscarmos uma abordagem realista e com os pés no chão, deliberamos trabalhar o tema de um Serviço de Pessoa, começando pela questão de como servir uma fotografia a partir do código de pessoa. Esta é uma demanda que já existe, motivada pelo desenvolvimento do sistema de acesso aos restaurantes universitários pelo CIAGRI. A solução atual, de geração de arquivos e disponibilização para download, além de ser muito onerosa, não permite a flexibilização oferecida por uma consulta on-line.
Além disso, ficou claro que o desenvolvimento de serviços deve estar diretamente associado à cada àrea de negócio e que é importante desenvolver capacidades e competências dentro de cada área.
Nesse sentido, a Eunice apontou que seria interessante verificarmos qual é o cenário atual e o posicionamento do tema de Serviços Web em relação à BEC e à Fazenda.
Uma vez focado o escopo do trabalho (serviço de disponibilização de foto), para a próxima reunião em 20.03.09, precisamos explorar uma série de temas associados ao Serviço:
Na discussão que se seguiu, dentro da filosofia de buscarmos uma abordagem realista e com os pés no chão, deliberamos trabalhar o tema de um Serviço de Pessoa, começando pela questão de como servir uma fotografia a partir do código de pessoa. Esta é uma demanda que já existe, motivada pelo desenvolvimento do sistema de acesso aos restaurantes universitários pelo CIAGRI. A solução atual, de geração de arquivos e disponibilização para download, além de ser muito onerosa, não permite a flexibilização oferecida por uma consulta on-line.
Além disso, ficou claro que o desenvolvimento de serviços deve estar diretamente associado à cada àrea de negócio e que é importante desenvolver capacidades e competências dentro de cada área.
Nesse sentido, a Eunice apontou que seria interessante verificarmos qual é o cenário atual e o posicionamento do tema de Serviços Web em relação à BEC e à Fazenda.
Uma vez focado o escopo do trabalho (serviço de disponibilização de foto), para a próxima reunião em 20.03.09, precisamos explorar uma série de temas associados ao Serviço:
- como documentar?
- o que documentar?
- como especificar?
- onde prover?
- como prover?
- como estabelecer segurança e políticas de acesso?
- qual o workflow da solicitação de acesso a esta nova forma de serviço?
- quais os canais de comunicação?
- quem são os responsáveis no DI?
- como fica a responsabilidade na USP?
- como o serviço vai ser construido?
- quanto tempo vai levar?
E, com relação ao tema dos estilos arquitetônicos, considerando nossa complexidade de negócios e nossa participação nas cadeias de serviço, ora como fornecedores ora como clientes, é bem provável que tenhamos mais de um estilo convivendo. Haverá muito espaço para discussão e será um grande desafio combinar harmoniosamente o "big SOA" e o "little SOA", mas o "uso criativo da tecnologia" está lá, grafado na nossa visão. E é assim que vemos o mundo.
Avante!
quarta-feira, 11 de março de 2009
Palestra SOA
Gestão de Processos de Negócio (BPM), SOA e Arquitetura Corporativa
Palestra Noturna - 31 de Março - 19h30 as 21h00
Resumo:
A importância do gerenciamento dos processos de negócio vem fazendo com que o interesse das empresas se torne a cada dia mais abrangente. O "M" da sigla BPM, que um dia foi apenas "Modelling" e que se transformou em "Management", mostra que diversos aspectos para além da modelagem passaram a ser alvo de interesse, estudo e aplicação corporativa.
Entretanto, pode-se argumentar que a linha principal de desenvolvimento dessa visão mais abrangente concentrou-se nos últimos anos, em aspectos mais "técnicos" da área de BPM. Questões como monitoramento de performance on-line de processos, geração automática de código de execução de processos etc. tiveram um grande desenvolvimento. Também avançou o conceito de Arquitetura Orientada a Serviços (SOA), sempre tratado ao nível das aplicações. Mas talvez não se possa dizer o mesmo do amadurecimento das porções mais voltadas à compreensão do negócio da empresa como um todo.
Nesse sentido, são fundamentais os conceitos e técnicas de modelagem da Arquitetura Corporativa, que procuram ir além dos processos de negócio, relacionando-os com os demais elementos da organização. É a compreensão da Arquitetura que permite, por exemplo, a análise de impactos e a redução de riscos nas mudanças nos processos de negócio. Por conta da visibilidade que a Arquitetura Corporativa provê, ela é obrigatória por lei em todas as
agências federais do governo dos Estados Unidos.
Esta palestra apresentará os conceitos de Arquitetura Corporativa, sua ligação com BPM e dois dos principais frameworks usados pelo mercado (TOGAF e Zachman).
Conteúdo
* O que são BPM e SOA
* O que é Arquitetura Corporativa
* Como SOA e BPM se inserem no contexto da Arquitetura Corporativa
* Principais frameworks de Arquitetura Corporativa
* Por que investimentos em SOA e BPM são arriscados sem a Arquitetura Corporativa
Público Alvo
Gerentes de Projetos, Coordenadores, Líderes de Equipes e quaisquer profissionais envolvidos com a necessidade de garantir o sucesso de projetos.
Palestrante
Átila Belloquim é Vice-Presidente da SUCESU-SP e Sócio-Diretor da GNOSIS – IT Knowledge Solutions. Mestre em Administração pela FEA-USP e graduado em Ciência da Computação pelo Instituto de Matemática e Estatística da mesma universidade (IME-USP).
Investimento
Nao Associado SUCESU-SP R$ 30,00
Associado SUCESU-SP R$ 0,00
Palestra Noturna - 31 de Março - 19h30 as 21h00
Resumo:
A importância do gerenciamento dos processos de negócio vem fazendo com que o interesse das empresas se torne a cada dia mais abrangente. O "M" da sigla BPM, que um dia foi apenas "Modelling" e que se transformou em "Management", mostra que diversos aspectos para além da modelagem passaram a ser alvo de interesse, estudo e aplicação corporativa.
Entretanto, pode-se argumentar que a linha principal de desenvolvimento dessa visão mais abrangente concentrou-se nos últimos anos, em aspectos mais "técnicos" da área de BPM. Questões como monitoramento de performance on-line de processos, geração automática de código de execução de processos etc. tiveram um grande desenvolvimento. Também avançou o conceito de Arquitetura Orientada a Serviços (SOA), sempre tratado ao nível das aplicações. Mas talvez não se possa dizer o mesmo do amadurecimento das porções mais voltadas à compreensão do negócio da empresa como um todo.
Nesse sentido, são fundamentais os conceitos e técnicas de modelagem da Arquitetura Corporativa, que procuram ir além dos processos de negócio, relacionando-os com os demais elementos da organização. É a compreensão da Arquitetura que permite, por exemplo, a análise de impactos e a redução de riscos nas mudanças nos processos de negócio. Por conta da visibilidade que a Arquitetura Corporativa provê, ela é obrigatória por lei em todas as
agências federais do governo dos Estados Unidos.
Esta palestra apresentará os conceitos de Arquitetura Corporativa, sua ligação com BPM e dois dos principais frameworks usados pelo mercado (TOGAF e Zachman).
Conteúdo
* O que são BPM e SOA
* O que é Arquitetura Corporativa
* Como SOA e BPM se inserem no contexto da Arquitetura Corporativa
* Principais frameworks de Arquitetura Corporativa
* Por que investimentos em SOA e BPM são arriscados sem a Arquitetura Corporativa
Público Alvo
Gerentes de Projetos, Coordenadores, Líderes de Equipes e quaisquer profissionais envolvidos com a necessidade de garantir o sucesso de projetos.
Palestrante
Átila Belloquim é Vice-Presidente da SUCESU-SP e Sócio-Diretor da GNOSIS – IT Knowledge Solutions. Mestre em Administração pela FEA-USP e graduado em Ciência da Computação pelo Instituto de Matemática e Estatística da mesma universidade (IME-USP).
Investimento
Nao Associado SUCESU-SP R$ 30,00
Associado SUCESU-SP R$ 0,00
Informações
Tel.: (11) 3556-6651
eventos@sucesusp.org.br
Localização
Auditório SUCESU-SP - Rua Tabapuã, 627 - Térreo, saiba como chegar
Estacionamento Sugerido: Rua Jesuíno Arruda, 676 (não conveniado para o evento em questão)
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